segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Corpo é encontrado debaixo da Ponte Bandeira Tribuzzi



Na manhã desta segunda-feira (3), por  volta das 7h20, um corpo foi encontrado debaixo da Ponte Bandeira Tribuzzi, em São Luís.

Além do Corpo de Bombeiros e da Superintendência De Homicídios E Proteção à Pessoa(SHPP), um helicóptero do GTA também está no local para facilitar na retirada do cadáver que está em uma região de mangue.
Ainda não há informações da identificação do corpo.




MA10

sábado, 1 de dezembro de 2018

Suspeito de sequestrar jovem e filha de oito meses é preso no Maranhão



De acordo com o delegado Acácio Leite, Luís Fernando Lourenço era considerado foragido. Taina Queiroz e a filha Sofia Helena da Silva estão desaparecidas desde o dia 3 de novembro.

O homem suspeito de sequestrar a jovem de Pilar do Sul (SP) Taina Queiroz, de 18 anos, e a filha dela de oito meses Sofia Helena da Silva, foi preso neste sábado (1º) em São Luís, no Maranhão. A informação foi confirmada pelo delegado Acácio Leite, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba (SP).

Taina e a filha não são vistas pela família desde o dia 3 de novembro. O marido da jovem, Raul Kennedy da Silva, de 19 anos, registrou um boletim de ocorrência de desaparecimento, mas suspeita que o ex-patrão, Luís Fernando Lourenço, tenha sequestrado as duas.

Ao G1, o delegado afirmou que foi informado de que Luís foi preso pela Polícia Civil por ser considerado foragido. Porém, não informou se ele se apresentou na delegacia ou se foi denunciado.

"Fui informado sobre a prisão e que está lá no plantão. Taina e a filha foram encaminhadas para um abrigo, e a família foi informada sobre o encontro delas."

Ainda de acordo com o delegado, Luís será encaminhado para a região de Sorocaba, onde cumprirá pena por estelionato e será investigado em relação ao inquérito policial sobre subtração de incapaz. "Ele será trazido para a região de Itapetininga nos próximos dias, onde ficará à disposição da Justiça.


G1MA

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Estudantes de Viana/MA aprendem tradições quilombolas




No mês de novembro o município de Viana desenvolveu atividades na rede escolar municipal, estadual e privada, atividades comemorativas em alusão ao Novembro Negro.

Ao longo de todo o mês, a Coordenação de Igualdade Racial do município levou para as escolas atividades como a confecção da boneca Abayomi, que na tradição africana, servia para acalentar seus filhos durante as terríveis viagens a bordo dos tumbeiros – navio de pequeno porte que realizava o transporte de escravos entre África e Brasil – as mães africanas rasgavam retalhos de suas saias e a partir deles criavam pequenas bonecas, feitas de tranças ou nós, que serviam como amuleto de proteção. As bonecas, símbolo de resistência, ficaram conhecidas como Abayomi, termo que significa ‘Encontro precioso’, em Iorubá, uma das maiores etnias do continente africano cuja população habita parte da Nigéria, Benin, Togo e Costa do Marfim.



Para a confecção a equipe da Coordenação fez uso de elementos de origem 100% natural, como tecidos de fibra de algodão, retalhos de malha preta, sem custos para a administração pública, utilizando da criatividade.

Segundo Sílvia Soeiro, assessora de Igualdade Racial,  "a partir de todos estes elementos é possível mostrar às crianças uma dimensão da importância dessas tradições para história do Brasil e sua relação com o continente africano." 




O Novembro Negro foi criado na atual administração com objetivo de conhecer as raízes e manter a história viva. Lembrando que o município possui cerca de 36 comunidades quilombolas.






Asfalto de Dutra não resiste a primeira chuva




No dia de ontem, 29, o Maranhão recebeu suas primeiras chuvas, ao que indica, de um inverno intenso está por vir. O que não é surpresa para o luminense, é o mentiroso asfalto colocado pelo Prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB), o famoso asfalto sonrisal.

No Bairro Tambaú, por onde o desgastado prefeito, recentemente gritava em um carro de som sobre o asfalto, eis que o dia amanheceu mostrando ruas num verdadeiro caos, como mostra as imagens feitas por moradores e enviadas logo cedo ao Blog.

Numa pequena amostra de chuva, o asfalto colocado há poucos dias não resistiu e já desceu esgoto abaixo. Mostrando ao morador o tipo de serviço realizado pelo atrapalhado Dutra: o dinheiro público escoando chuva abaixo.

Qual a dificuldade em realizar um serviço com qualidade? Teria Dutra ainda credibilidade para sair gritando em carros de som e falando sobre ruas asfaltadas, quando na verdade a realidade é essa mostrada nas imagens?





quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Governador do Rio de Janeiro é preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira


O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), foi preso na manhã desta quinta-feira (29). Agentes da Polícia Federal realiza desde as primeiras horas da manhã ações no prédio do governador e também no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, e no Palácio Laranjeiras, residência oficial, além da casa de Pezão em Piraí, no Vale do Paraíba, na região sul fluminense,
Há ainda mandados contra o  ex-secretário de Obras do estado do Rio, Hudson Braga, e dois homens apontados como operadores de um complexo esquema de segurança. As operações começaram por volta das 6h da manhã envolvendo pelo menos três viaturas e helicópteros que sobrevoam a região.
Pezão é o terceiro governador do Rio de Janeiro preso e o primeiro em cumprimento do mandato. Os ex-governadores Anthony Garotinho e Sergio Cabral foram presos. Também foram detidos, anteriormente, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (MDB) e vários parlamentares da Casa.
A operação é resultado de delação premiada de Carlos Miranda, apontado como o operador da quadrilha chefiada por Cabral. De acordo com Miranda, Pezão recebia ilegalmente uma mesada de R$ 150 mil quando era vice-governador e teria recebido dois prêmios no valor de R$ 1 milhão e um terceiro de R$ 300 mil para fazer obras em sua casa, em Barra do Piraí, no Sul Fluminense.
Citado – A prisão ocorreu dois dias após o depoimentos de caciques do MDB presos na Operação Cadeia Velha, em novembro de 2017, e também alvos da Operação Furna da Onça, deflagrada no último dia 8, à Polícia Federal. O governador foi citado pelo deputado Paulo Melo como tendo procurado os deputados presos na Furna da Onça para que eles indicassem cargos no governo do estado, principalmente no Detran.
A Furna da Onça investiga 10 deputados, um ex-secretário de Governo e outros servidores públicos suspeitos de transformar a Alerj em uma “Propinolândia”. Eles teriam montado uma rede de corrupção ligada ao ex-governador Sérgio Cabral, também do MDB, para lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos e mão-de–obra terceirizada em órgãos da administração estadual.
Paulo Melo também admitiu que fez indicações, revelando o nome de Carla Adriana Pereira, então diretora de Registro do Detran, como uma delas. Presa na Furna da Onça, Carla Adriana é suspeita de ser uma das operadores do esquema. Paulo Melo e Edson Albertassi estão presos em Bangu e Jorge Picciani está em prisão domiciliar por causa da Cadeia Velha.
Prisão aconteceu no Palácio Laranjeiras
Furna da Onça – A Operação Furna da Orna surgiu de um desencadeamento da Cadeia Velha, quando foram presos Paulo Melo, Edson Albertassi e o então presidente da Alerj, Jorge Picciani. Eles também foram alvos da nova operação, juntamente com outros sete deputados: André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Coronel Jairo (MDB), Luiz Martins (PDT), Marcelo Simão (PP), Marcos Abrahao (Avante) e Marcus Vinícius “Neskau” (PTB).
Além deles, também foram presos o então secretário de Governo de Pezão Affonso Monnerat, O presidente do Detran, Leonardo Silva Jacob, e seu antecessor no cargo, Vinicius Farah, dentre vários assessores parlamentar e outros servidores públicos. Ao todo, foram 22 prisões. Picciani já cumpria prisão domiciliar por causa da Operação Cadeia Velha, assim como deputados Edson Albertassi e Paulo Melo já estavam presos em Bangu.
De acordo com Ministério Público Federal (MPF), o esquema mantido por eles movimentou R$ 54 milhões em pagamentos para que deputados votassem em projetos que beneficiassem o governo do estado na Alerj. Em troca, o Executivo cedia cargos, principalmente, no Detran.
Os deputados recebiam uma propina mensal (mensalinho) durante seu segundo mandato do governador Sérgio Cabral (2011- 014). A denúncia do MPF aponta que Chiquinho da Mangueira foi beneficiado com mais de R$ 3 milhões, Paulo Melo com R$ 900 mil por mês, Jorge Picciani R$ 400 mil, André Corrêa R$ 100 mil, Edson Albertassi, Luiz Martins e Marcos Abrahão R$ 80 mil e Coronel Jairo e Marcos Vinícios “Neskau” recebia R$ 50 mil e Marcelo Simão R$ 20 mil.
O nome da operação faz referência a uma sala de reuniões que fica perto do plenário da Alerj, onde os deputados, segundo as investigações, se reuniam para rápidas discussões antes das votações no plenário.
No último dia 12, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) transformou a prisão temporária dos deputados André Correa, Chiquinho da Mangueira, Coronel Jairo, Luiz Martins, Marcos Abrahão e Marcus Vinicius “Neskau” e do ex-secretário de Governo Affonso Monnerat em prisão preventiva.
Cadeia Velha – Deflagrada em novembro de 2017, a Operação Cadeia Velha levou três importantes membros da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) à prisão. Os principais alvos foram o então presidente da Alerj Jorge Picciani, o ex-presidente Paulo Melo e o então líder do governo Edson Albertassi. Todos são do MDB e faziam parte de uma quadrilha envolvendo o ex-governador Sérgio Cabral.
De acordo com o Ministério Público Federal os parlamentares comandavam um esquema de corrupção em que usavam sua influência para aprovar projetos na Alerj em favor de empresas de ônibus, através da Federação de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), e também de empreiteiras.
As investigações surgiram a partir da delação de Carlos Miranda, considerado o operador financeiro da organização criminosa chefiada por Cabral.
(Com dados da Agência Brasil e O Dia)

PRF lança edital de concurso com vagas para Maranhão


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) publicou o edital nº 1/2018 que irá preencher 500 vagas para Policial Rodoviário Federal, Padrão I da Terceira Classe. As oportunidades são para todo o país. O concurso PRF 2018/2019 será realizado pelo Cebraspe (CESPE).
Vagas, atribuições e subsídio
São 500 vagas distribuídas em todo o Brasil, sendo 367 vagas de ampla concorrência, 100 vagas para candidatos negros e 33 vagas para candidatos com deficiência.
O Policial Rodoviário é responsável por realizar atividades de natureza policial envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições relacionadas com a área operacional da Polícia Rodoviária Federal.
O subsídio inicial da carreira é de R$ 9.473,57 mensais, para cumprimento de 40 horas semanais.
Inscrições
As inscrições serão realizadas somente no mês de dezembro de 2018, a partir das 10 horas do dia 03 até às 18 horas do dia 18, apenas via internet, através do endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/prf_18. O valor é de R$ 150,00.
Poderão solicitar a isenção da taxa de inscrição os candidatos membros de família de baixa renda, de acordo com a legislação vigente, desde que inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e os doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde.
Requisitos do cargo
Para concorrer ao cargo de Policial Rodoviário Federal é necessário possuir graduação de nível superior em qualquer área de formação e CNH na categoria B.
Além dessas exigências, há as seguintes: ser aprovado em todas as fases; ter nacionalidade brasileira ou portuguesa (amparado pela legislação federal); estar em gozo dos direitos políticos; estar quite com as obrigações militares para os candidatos do sexo masculino; estar quite com as obrigações eleitorais; idade mínima de 18 anos; aptidão física e mental.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

URGENTE: Um delegado, um investigador e dois advogados acabam de ser presos no Maranhão




Na manhã de hoje, 28 de novembro de 2018, a Policia Civil do Estado do Maranhão, através da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR), em trabalho conjunto com o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público Estadual, cumpriu mandados de prisão preventiva contra o delegado de polícia civil TIAGO MATTOS BARDAL, o investigador JOAO BATISTA DE SOUSA MARQUES e os advogados WERTHER FERRAZ JUNIOR e ARY CORTEZ PRADO JUNIOR, tendo sido realizadas, também, buscas em suas residências. As ações ocorreram, simultaneamente, em São Luis e Imperatriz.

Essas ordens judiciais foram expedidas pela 1a Vara Criminal de São Luis e decorrem de investigação conjunta iniciada no primeiro semestre deste ano, que aponta que os presos se associaram, de forma estável e permanente, em uma verdadeira organização criminosa, com o intento de extorquir grupos criminosos, vindo a receber parcela dos produtos dos assaltos a agências bancárias, e a proteger, mediante o pagamento de propina, criminosos que integravam o crime organizado.

A engenharia criminosa, a princípio, remonta aos anos de 2015 e 2016, quanto TIAGO BARDAL assumiu a chefia da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).

Consta que o então superintendente e o investigador BATISTA, seu homem de confiança, passaram a cobrar propina de quadrilhas que atuavam no Maranhão, especialmente no roubo a banco, e que o faziam por intermédio dos advogados

WERTHER e ARY JUNIOR, estes últimos, ligados ao crime organizado. As informações obtidas dão conta de que os policiais recebiam cerca de R$100.000,00 (cem mil reais) por assalto realizado, como uma espécie de “pedágio”, e que ainda assim cobravam para evitar as prisões de líderes.

Os policiais presos seguem para a Delegacia da Cidade Operária e os advogados para o sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

As investigações avançam, com a intenção de averiguar a participação de outros policiais no esquema criminoso.